Estruturas fantasma e pagamentos fictícios abalam projeto escolar de R116 milhões em Gauteng 03.07.2026

Um projeto de escola do governo de Gauteng, avaliado em mais de R116 milhões, está envolvido em graves alegações de corrupção. A Mkhize Gcwabe Properties (MGP), contratada como empresa de resgate para o desenvolvimento da Escola Secundária Semphato em Soshanguve, Pretória, afirma que mais de R15 milhões foram certificados e pagos por trabalhos que não puderam ser verificados fisicamente no local. Documentos internos do projeto revelam disputas sobre quantidades supostamente inflacionadas, reivindicações de construção contestadas e certificações de pagamento irregulares. A MGP alegou que consultores e representantes do departamento aprovaram certificados de pagamento apesar de inconsistências gritantes entre as condições do local e a obra certificada, incluindo estruturas de telhado pagas, mas ausentes no local. A empresa afirmou que quantidades inflacionadas e reivindicações sem comprovação foram processadas sem a fiscalização adequada, contribuindo para a instabilidade financeira e tensão operacional. As alegações visam não apenas os empreiteiros anteriores, mas também os funcionários responsáveis pelas inspeções e aprovações de pagamentos, sugerindo um ambiente onde fundos públicos foram desembolsados para infraestruturas defeituosas ou inverificáveis. A MGP declarou que as tentativas de levantar preocupações foram ignoradas ou descartadas. O projeto já se encontrava em estado de crise operacional no momento em que a MGP se envolveu. As alegações intensificaram o escrutínio dos sistemas de contratação e supervisão de infraestrutura de Gauteng, particularmente para projetos escolares. Não está claro se alguma denúncia criminal formal foi apresentada a autoridades como os Hawks ou a Unidade de Investigação Especial (Special Investigating Unit). Os departamentos de educação e de desenvolvimento de infraestrutura de Gauteng não responderam aos questionamentos, deixando desconhecido o status de qualquer investigação interna. O futuro do projeto da Escola Secundária Semphato permanece incerto diante dessas alegações.















