Europa substituiu a maioria dos cortes dos EUA dentro da OTAN, diz comandante de alto escalão 04.07.2026

Aliados europeus da OTAN compensaram amplamente as reduções de forças dos EUA em planos de resgate de guerra, demonstrando capacidades de defesa europeias aprimoradas e uma aliança mais forte, de acordo com o Vice-Comandante Supremo Aliado da Europa, Sir John Stringer. Esta iniciativa, impulsionada pela lógica militar e pelo compromisso com um compartilhamento de encargos sensato, garante que, mesmo onde substituições diretas não são viáveis, as nações europeias estejam igualando as contribuições militares dos EUA com ativos alternativos. A mudança ocorre em meio à retórica crítica do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à OTAN e a um anúncio recente do Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, sobre uma revisão das forças dos EUA na Europa. Todos os membros da OTAN, incluindo o Reino Unido, estão comprometidos em aumentar os gastos com defesa para 3,5% do PIB até 2035, um objetivo que Stringer enfatizou como inegociável para manter uma dissuasão e uma defesa coletiva credíveis.















